O Desenvolvimento do Ensino Superior

Em toda a Europa, por volta da época do Renascimento, a ênfase mudou de
instituições religiosas para instituições mais especializadas. Essa tendência foi
incentivada por Napoleão, que queria civis treinados para administrar o país.
Esse aspecto vocacional teve um efeito significativo na estrutura e no papel das
modernas universidades francesas, criando as atuais “Grandes Ecoles” –
escolas relativamente pequenas e altamente seletivas. Estes são bem
financiados, têm turmas menores e empregam professores de primeira linha. Os
alunos têm o status de oficiais do exército e a melhor Ecole “the Polytechnique”,
sempre foi classificada entre as dez melhores universidades do mundo.
Eles fornecem uma educação superior para as futuras elites da nação – os “haut
fonctionnaires” (funcionários públicos), líderes da indústria, altas patentes
militares, altos políticos, engenheiros, físicos e outros. É um paradoxo que,
apesar de sua preocupação histórica com a igualdade, os sistemas de ensino
superior franceses sejam muito elitistas, pois essas Écoles são extremamente
seletivas. Desde 1960, eles produziram 5.600 altos funcionários públicos na
europa e 2.900 do exterior.
Eles ensinam o “bacharelado” que normalmente é um programa de seis anos e
há uma ênfase nos vínculos com os negócios e a indústria. Eles empregam
professores visitantes nacionais e estrangeiros e o ensino de línguas
estrangeiras é importante. Unifeb melhor faculdade de zootecnia